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Publicações Jornal de Arcoverde - Pe.
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May 27 242(65) - Crônica Avenida José Bonifácio
242 (65)-Crônica publicada na edição de março de 2009 Jornal de Arcoverde.
AVENIDA JOSÉ BONIFÁCIO
Na visita que fiz recentemente a Arcoverde, me surpreendi com o Projeto da Avenida. José Bonifácio, no bairro do São Cristóvão, projeto esse que, acredito, continuará pela Avenida. Pedro II, Avenida Joaquim Franklin Cordeiro até a Avenida Conselheiro João Alfredo, na saída de Arcoverde. A parte inicial oferece uma visão moderna desta via, com iluminação própria das grandes avenidas. Algumas palmeiras já foram plantadas indicando o que se pretende fazer. Ao longo da via outras árvores devem ser plantadas para completar a paisagem e a necessidade que a população tem de minimizar os efeitos dos gases emanados dos automóveis. Sem dúvida, quando completa dividirá Arcoverde entre e o depois da administração do prefeito Zeca Cavalcante. Vejam, não o conheço e nem tenho interesses próprios. Estou, portanto livre para elogiar a grandeza dessa importante artéria arcoverdense. Ao longo do trajeto, importante comércio local já se desenvolve. A movimentação de veículos é intensa e pode-se acessar qualquer parte da cidade sem congestionar o centro. É o progresso surgindo, principalmente para o bairro do São Cristóvão com extensa área plana favorecendo a construção do comércio e novos centros comunitários. A Secretaria de Planejamento da cidade deve se preocupar com o livre movimento de pedestre, hoje já intenso protegendo-os com calçadas largas, com estacionamento de veículos bem sinalizado, sem interromper o movimento ao longo da avenida. A impressão é positiva desta avenida. Mas, confesso, amigos, sonho com Arcoverde preservando a parte histórica e um desenvolvimento para o bem da sua população, planejado. Muito ainda se tem por fazer e cuidar. A arborização, plantio de palmeiras, árvores tanto para embelezar como amenizar o calor deve ser feita. É importante planejar podas de árvores sem mutila-las, como acontece, com mais cuidado do que observei, devido sobretudo devido as condições climáticas do norte/nordeste. Uma campanha ou intervenção da prefeitura tem que ser feita, pois não se admite o plantio de árvore e uma poda que se assemelha uma agressão, também demonstrando uma insensibilidade muito grande por parte dos moradores e da fiscalização. Todos nós sabemos o quanto necessitamos das árvores. Podem crer logo chegará o tempo, no sertão, em que vamos implorar pela preservação do meio ambiente. O planeta já está em crise, preocupando os governos e nações. Dói no coração ver entregadores de lenha montados em burros tão maltratados quanto os donos. Saber que árvores são derrubadas para produzir carvão e lenha é sem dúvida um crime, no mínimo ecológico. É ainda necessário observar as pequenas coisas e delas tirar lições, reaprender e evitar danos contra a natureza e o centro das cidades. O comercio deverá aceitar árvores frondosas mesmo tirando parte de seus letreiros. A vida será sempre mais importante, mesmo porque há uma grande verdade, a riqueza acumulada ao longo da vida não acompanha o morto. Pois bem, vamos torcer pela conclusão da Avenida. José Bonifácio e juntos amar, sempre, esta cidade.
Edmundo Alexandre Vital
242 (78) Carta ARCOVERDE março 2009
242 (78)- Carta publicada na edição de março 2009 Jornal de Arcoverde.
São Paulo, abril 2009
Prezados amigos,
ARCOVERDE
Em visita a Arcoverde, encontrei meus queridos amigos; abracei os companheiros do Jornal de Arcoverde, Farias/Emanuelle e o parceiro Enaldo Cândido. Encontrei outros da geração “anos dourados:” Beto, Rominho Moraes, Ivan Coelho, Fubica, Zé Raimundo, e o bom Rock Lane. Ainda Joran e Janny sem citar a longa lista de parentes queridos comandados pelo Ailton Pereira, seresteiro do Sesc. A cidade é dinâmica e o comércio em desenvolvimento fazendo o progresso. Tive boa impressão da administração do prefeito Zeca, com de pontos carentes a indicar. Obrigado amigos pela acolhida !
Edmundo Alexandre Vital
242 (78)- Carta publicada na edição de março 2009 Jornal de Arcoverde.
São Paulo, abril 2009
Prezados amigos,
ARCOVERDE
Em visita a Arcoverde, encontrei meus queridos amigos; abracei os companheiros do Jornal de Arcoverde, Farias/Emanuelle e o parceiro Enaldo Cândido. Encontrei outros da geração “anos dourados:” Beto, Rominho Moraes, Ivan Coelho, Fubica, Zé Raimundo, e o bom Rock Lane. Ainda Joran e Janny sem citar a longa lista de parentes queridos comandados pelo Ailton Pereira, seresteiro do Sesc. A cidade é dinâmica e o comércio em desenvolvimento fazendo o progresso. Tive boa impressão da administração do prefeito Zeca, com de pontos carentes a indicar. Obrigado amigos pela acolhida !
Edmundo Alexandre Vital April 03 241 (64) Crônica pub. Jornal de Arcoverde
241( )- Crônica publicada na edição de fevereiro 2009 Jornal de Arcoverde
MIMOSO...Seu Té
Assim o conheci na Vila de Mimoso, pertencente ao Município de Pesqueira. Fica entre serras, num vale. Com uma pequena estação de trem que ligava o Recife ao sertão. Uma ponte férrea grande e alta amenizava a íngreme serra. Era motivo de curiosidade para a molecada e, no dia de finados quando o trem não circulava,o local se transformava em passeio da molecada e de muitas pessoas a se equilibrar nos trilhos. Uma visão bonita, ainda hoje, não fosse a absurda privatização e abandono da ferrovia. Hoje, ferrovia privatizada e esquecida pelo programa PAC. Aqui, abrindo um parêntese vê-se o quanto os políticos e manda-chuvas de plantão, com extrema indiferença, interesses nunca confessados, mas uma apropriação indevida dos bens públicos servem aos quadrilheiros de plantão. Também, produto de Constituições feitas nas... autorizam essa gente a impor seus interesses acima do povo. Não é privilégio deste governo os desvios, vem desde o Império, como atende o bolso dos poderosos, nada se faz ! Liquidaram a ferrovia e a vida de Mimoso, como de outras comunidades, pum ! Bem voltemos a tentar explicar o título Seu Té. Era a figura mais importante de Mimoso, no registro da minha memória, a família compunha-se do próprio, de um filho chamado Oswaldo, criança e também a sua genitora. Ela morava numa boa casa, num espaço que seria uma praça de frente para a estrada de rodagem que liga Pesqueira a Rio Branco (Arcoverde). Ele, morava no lado oposto, numa elevação voltada para o pequeno Distrito. Criador de gado, mantinha uma dezena de vacas leiteiras para a família no quintal de casa. Neste casarão, vivia com D. Júlia Alexandre. Um pouco acima outra casa, quase sempre desocupada. Raramente tinha algum cabra para proteção do seu Té. Até hoje, ainda não sei e nem há registro de como os meus pais foram morar em Mimoso. Muito menos como Júlia Alexandre, irmã do meu pai, também lá ficou e com seu Té. Fui (prazerosamente) transformado em afilhado, com direito a visitar terras e propriedades na garupa do seu cavalo. Freqüentava sua casa, não tinha ligações com o Oswaldo nem a genitora do mesmo. Havia certamente outros interesses e distância social grande. Eu também não entendia isso, nem me importava era muito pequeno. Comentava-se com muita reserva que, em Mimoso numa corrida de cavalo domingueira, seu Té havia assassinado um jovem, também de família importante e jurado de morte. Apesar de rico para os padrões da época, cumpriu pena pagando a fato cometido. Mas, enquanto viveu foi sob tensão pelo desejo de vingança da família da vitima. Mudamos para Rio Branco. Eu ia a Mimoso frequentemente, não pagava passagem devido o prestígio do seu Té. Anos depois, a promessa da família que o perseguia foi consumada, numa tocaia , vindo de uma propriedade na Serra de Mimoso. Nosso contato com a família foi interrompido para minha tristeza. Seu nome de batismo Luiz Tenório de Brito. Saudade !
Edmundo
Alexandre Vital
April 02 241 Carta publicada fevereiro 2009
Ao Jornal de Arcoverde
241-(77) carta publicada na edição de fevereiro 2009
ESPORTE
Com esse nome a tradicional casa de festas de Arcoverde consolidou na população sua importância. Li que mudaram o nome para homenagear Roberto Morais, de tradicional família. Acho que há muitos logradouros e áreas para prestar homenagem ao trabalho de Roberto Morais.
Fernão
Capelo /Campinas – São Paulo
241 Cartas publicadas
Ao Jornal de Arcoverde
241 -carta publicada na edição de fevereiro de 2009
DÍVIDA DOS MUNICÍPIOS
O Estadão trouxe matéria sobre os municípios devedores /inadimplentes com o INSS. São 1567 municípios. Pode ? Não pode. Esse absurdo contra o Tesouro Nacional não é a única sangria causadora da dívida interna. Sabemos também do desfalque causado pelos gastos e desvio da classe política. Como poderá qualquer desses devedores cuidar da sua população ? Como poderá Manari ser manchete da sede e da fome ? Ou cuidar de seus pobres, da falta d água, como necessidade de sobrevivência ? Uma extensa lista necessidades têm esses municípios que devem à Previdência. E o PAC ? Que PAC para essas populações esquecidas ? Propagando o otimismo não vale para essa secular tragédia brasileira...
Edmundo Alexandre Vital / São Paulo-SP
Ao Jornal de Arcoverde
241 -carta publicada na edição de fevereiro de 2009
DÍVIDA DOS MUNICÍPIOS
O Estadão trouxe matéria sobre os municípios devedores /inadimplentes com o INSS. São 1567 municípios. Pode ? Não pode. Esse absurdo contra o Tesouro Nacional não é a única sangria causadora da dívida interna. Sabemos também do desfalque causado pelos gastos e desvio da classe política. Como poderá qualquer desses devedores cuidar da sua população ? Como poderá Manari ser manchete da sede e da fome ? Ou cuidar de seus pobres, da falta d água, como necessidade de sobrevivência ? Uma extensa lista necessidades têm esses municípios que devem à Previdência. E o PAC ? Que PAC para essas populações esquecidas ? Propagando o otimismo não vale para essa secular tragédia brasileira...
Edmundo Alexandre Vital / São Paulo-SP
Ao Jornal de Arcoverde
241 -carta publicada na edição de fevereiro de 2009
DÍVIDA DOS MUNICÍPIOS
O Estadão trouxe matéria sobre os municípios devedores /inadimplentes com o INSS. São 1567 municípios. Pode ? Não pode. Esse absurdo contra o Tesouro Nacional não é a única sangria causadora da dívida interna. Sabemos também do desfalque causado pelos gastos e desvio da classe política. Como poderá qualquer desses devedores cuidar da sua população ? Como poderá Manari ser manchete da sede e da fome ? Ou cuidar de seus pobres, da falta d água, como necessidade de sobrevivência ? Uma extensa lista necessidades têm esses municípios que devem à Previdência. E o PAC ? Que PAC para essas populações esquecidas ? Propagando o otimismo não vale para essa secular tragédia brasileira...
Edmundo Alexandre Vital / São Paulo-SP
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